INFLAÇÃO 2022-10-12T14:38:14+00:00

A INFLAÇÃO VEIO PARA FICAR

inflação coelho e dias

Infelizmente, a cada dia que passa a situação económica em Portugal agrava-se. A inflação está a ter um impacto crescente na carteira das famílias portuguesas, obrigando-as a adaptar-se a uma redução do seu poder de compra, indo mais vezes aos supermercados, mas comprando menos coisas.

Quando estávamos a recuperar dos impactos da pandemia, novas crises mundiais como a guerra e fenómenos naturais como a seca, renovam e intensificam os desafios para todas as organizações.

A Coelho&Dias, S.A. não foge a esta tendência, entre falta de matérias-primas ou interrupções nas cadeias de abastecimento, escalada dos preços do transporte de mercadorias e o disparar dos custos da produção alimentar e da logística. Ainda à boleia da fatura da energia e dos combustíveis, o nosso processo produtivo sofreu um incremento de custos assustador.

O aumento em geral de preços de todos os produtos importados em contentores, que é uma grande fatia do nosso modelo de negócio, sem esquecer a própria diferença cambial que se vem a apresentar, com o Dólar acima do Euro, afetando todos os negócios de importação da zona euro. Falamos em aumentos entre 20% a 30%, valores estes que penalizam tanto o distribuidor como o consumidor final.

Com a escassez de leite, farinha e a subida do preço do óleo, os segmentos de lacticínios e de pré-cozinhados estão comprometidos.

Com a inflação acima das piores previsões e sem fim à vista para a guerra, antecipa-se que o nível de vida ainda piore antes de acabar o ano.

CAPA DE ARTIGO INFLAÇÃO

De acordo com um estudo que está a ser realizado pela Deco, desde 23 de fevereiro, consistindo em monitorizar todas as quartas-feiras, com base nos preços recolhidos no dia anterior, os preços de um cabaz de 63 produtos alimentares essenciais, podemos verificar alguns exemplos que afetam os nossos mercados de atuação.

Na análise às categorias de produto com maiores subidas de preços, os maiores aumentos foram na pescada fresca (mais 76%), óleo alimentar 100% vegetal (mais 34%), salmão (mais 33%), frango inteiro (mais 29%), bife de peru (mais 25%), cereais de trigo, arroz e aveia integrais (mais 23%), farinha para bolos (mais 22%) e dourada (mais 22%). A mercearia já aumentou 12,01%, seguida dos laticínios, com uma subida de 9,96%, dos congelados, com um incremento de preço de 8,70%, e, finalmente, das frutas e legumes, com um crescimento de 5,88%”.

É preocupante, quando os rendimentos não apresentam qualquer tendência para aumentar, que esta realidade esteja presente na vida de todos os portugueses.

Temos que ser resilientes, apoiando-nos mais do que nunca nas relações de confiança com os nossos parceiros! É necessário espírito de entreajuda entre setores para ultrapassarmos esta fase negra da história mundial !

FONTE: DECO

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